Conta Comigo


Conta Comigo – Em 2008 vi a morte de perto. Tive parada cardíaca, fiquei em coma, UTI e, graças a meu amor pela vida (e ao carinho de amigos e familiares), superei tudo e estou 99,9%. Hoje tive a alegria de saber que um primo/amigo superou o câncer e disse que eu fui um símbolo de que na luta podemos superar a batalha e nos recuperar. Como eu e ele passamos coisas boas e sofridas juntos, tentei lembrar um filme que fosse símbolo de juventude, companheirismo e aventura, tudo que eu e ele vivemos antes e depois do que passamos. Um único filme veio na minha cabeça no ato: “Conta Comigo”.

Baseado no conto The Body (no Brasil, "O outono da inocência - O Corpo", presente na coletânea "As Quatro Estações"), de Stephen King o filme Stand by Me (“Conta Comigo”) é o emblema para retratar um grupo de amigos que descobre o mundo junto. Tudo é intenso, apaixonado e fascinante. Quem na adolescência não teve amigos que iriam durar para sempre? Pena que em 90% das vezes essas amizades se perdem ao longo do caminho. E isso é triste, desanimador e machuca. Mas, isso não quer dizer que não possamos e devemos matar a saudade com nostalgia. Nostalgia que alegra o coração e nos da mais energia. Visto que os verdadeiros amigos sempre aparecem.

Superar a transição da adolescência para a vida “adulta” é o maior desafio de qualquer ser humano. A trama funciona como um aprendizado para essa transição. Questionamentos são feitos num roteiro, aparentemente simples, porém imperdível.

O elenco, então em ascensão é ótimo com destaque para River Phoenix (“Garotos de Programa”), Corey Feldman (“Garotos Perdidos”), Kiefer Sutherland (“Por Um Fio”) e John Cusack (“Alta Fidelidade”).
Se você ja teve amigo de verdade, nem que seja por um único dia, assista. Se você está com saudades de seus amigos, assista duas vezes.

O título vem de uma música com o mesmo nome de Ben E. King (que toca durante os créditos finais). Simplesmente linda, mágica e perfeita para matar a saudade.

Sinopse - Gordie Lachance é um escritor, e recorda do verão de 1959, quando tinha doze, quase treze anos e vivia numa pequena cidade do Oregon, quando ele e mais três amigos saem em busca do corpo de um adolescente que estava desaparecido na mata há mais de três dias. O que eles não imaginavam é que esta viagem se transformaria em uma jornada de auto-descoberta, que os marcaria para sempre.

Para homenagear amigos que fiz pela internet, recomendo alguns sites que me trazem cultura, prazer, emoção ou alegria:



http://akireteixeira.blogspot.com/
http://www.cinepipocacult.com.br/
http://contosfranqueados.blogspot.com/
http://umbigosemfuro.blogspot.com/
http://silvinhahba.blogspot.com/
http://ma-gramatica.blogspot.com/
http://jhonatansiller.blogspot.com/

13 comentários:

Guará Matos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Guará Matos disse...

Poxa, cara, que legal!
Você é um guerreiro!
Guerreiro pela sobrevivência, pela vida útil e bem vivida!
Um beijo grande em você.
Me deixou feliz.

Amanda Aouad disse...

O filme é um belo exemplo mesmo. E puxa, que história. Que bom que você e seu primo estão bem.

abraços

! Marcelo Cândido ! disse...

Um clássico que precisa ser mostrado a essa nova geração
!

Cristiano Contreiras disse...

Belo filme mesmo, tocante e emocional! Jamais envelhece!

Muito bom seu texto, desabafo e contextualizaçao sobre um fato que ocorreu em sua vida - mas, que superou e está aí, firme e forte!

abraço

Quareesma disse...

esse filme me fez lembrar das tardes que eu assistia 'sessão da tarde' com a minha avó *----------*
enquanto algumas amizades ficam pelo caminho, outras aparecem :)

awn, que lindo você listar meu blog ali *-*

beijas, eterno :*

Hugo disse...

A sensibilidade da história e o sucesso do filme mostraram que Stephen King era mais do que um escritor de contos de terror.

Sua história de vida é um exemplo de luta.

Abraço

Tô Ligado disse...

Esse filme tem cara de Sessão da Tarde... rsrs

JhonSiller disse...

Esse filme é maravilhoso. A parte da floresta é a melhor.
ps: ah eu curto a amy
Abraços.

gabriel disse...

Mas que história, hein? Gostei tanto do seu relato quanto do seu texto, juntar os dois foi bacana mesmo, gostei.
Abraços (:

Foose disse...

Emocionante! Um marco da minha infância, ótima adaptação da história do mestre Stephen King(que prova não saber só escrever horror.Bem dirigido, bem adaptado, bem atuado. O diretor Rob Reiner nos brinda com essa maravilhosa obra!

De quem já passou por algo semelhante, eu posso lhe dizer que fiquei muito sensibilizado com a sua historia. E fico feliz por tudo ter se resolvido da melhor forma, meu amigo! Exemplo de luta e de determinação em superar as dificuldades!:-)

Um grande abraço...

Mateus Selle Denardin disse...

Um filme lindo e inesquecível! Direção sensível, atuações belíssimas e uma história envolvente e emocionante. Palmas para esse clássico.

Anônimo disse...

eeeeeeeeeee